Bem Vindos!!

Olá!! Caros colegas, alunos, professores e educadores natos, que se interessam pela formação de nossos jovens. Este blog tem por objetivo primordial pensar educação e levá-los a desenvolver mecanismos educativos, usando as Tecnologias de Informação e Comunicação(TIC).



quarta-feira, 26 de abril de 2017

TAREFA 1 : Projeto A abordagem intercultural no ensino de línguas estrangeiras.

Após a leitura do texto:
MOITA LOPES,L.P. Ensino de inglês como espaço de embates culturais e de políticas da diferença. In: GIMENEZ, T. et al. Perspectivas educacionais e o ensino de inglês na escola pública. Pelotas: EDUCAT, 2005, p. 49-68

Registre aqui suas considerações sobre o conceito de cultura no ensino LE?
Contextualize a complexidade da aula de inglês como cenário de embates culturais e de políticas da diferença.
Relacione o texto a uma reflexão sobre o lugar do sujeito social nas aulas de inglês e na formação de professores do curso de Letras?
Quais as implicações de uma aula de inglês como projeto ético?

Não deixe de comentar os registros de outros colegas.
Bom trabalho!!

sexta-feira, 3 de março de 2017

A ABORDAGEM INTERCULTURAL NO ENSINO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS

PROJETO DE EXTENSÃO 2017 – UEG – CAMPUS PORANGATU
Coordenadora: Profª Dllubia Santclair (dllubiasantclair@gmail.com)
Carga-horária: 60 h

JUSTIFICATIVA:
O aprendente de língua, ou seja, os alunos concluintes do Ensino Médio da rede estadual de ensino que aspiram oportunidades acadêmicas e profissionais, precisa conhecer a língua, não apenas pelo aspecto estrutural, mas funcional, decorrente do seu uso em processos de interação verbal, bem como por seu aspecto sociocultural, seja na modalidade falada ou escrita. Visto que a compreensão de língua e cultura poderá transformar sua visão de mundo e também contribuir para a inclusão social, no sentido de atuar com respeito às diferenças.
Haja vista que o licenciado atuará profissionalmente neste contexto, esse projeto tem como imperativo buscar alternativas para o ensino de línguas no ensino médio, surgindo da constatação de que o foco do ensino deve ser os indivíduos e suas relações na construção de significados culturais no processo de ensinar e aprender línguas na atualidade. Deste modo, nossa proposta é pensar no ensino, objetivando o letramento intercultural, cujas perspectivas têm ganhado espaço na área dos estudos linguísticos e que está em desenvolvimento.

OBJETIVOS:
Geral
Elaborar instrumentos mediadores para análise das relações entre culturas no cenário da aula de línguas e avaliação dos limites e possibilidades do letramento intercultural.
Específicos
Compreender teoricamente o desenvolvimento do Letramento Intercultural nas aulas de línguas do ensino médio.
Refletir sobre os indícios de abordagem intercultural registrados nas diretrizes Curriculares Nacionais.
Analisar os aspectos metodológicos de uma aula de línguas intercultural.
Elaborar material didático na perspectiva da interculturalidade para o ensino-aprendizagem de línguas no ensino médio.
METODOLOGIA:
A atividade extensionista será dividida em quatro etapas:
1)Formação dos acadêmicos e professores de língua inglesa com os textos:
-Developing Intercultural Communicative competence in foreign Language Teaching de Byram;
-An intercultural approach to English Language Teaching de Corbett;
-Ensino de Inglês como espaço de embates culturais e de políticas da diferença de Moita Lopes
2)Análise em grupos dos PCN no que tange as questões culturais para o ensino de línguas;
3) Elaboração e construção de material didático que contemple a abordagem intercultural, como produto final;
4) Desenvolver oficinas para aplicação do material desenvolvido;

RESULTADOS ESPERADOS:
Essa proposta objetiva produzir um material didático em parceria com egressos e alunos do curso de Letras e com professores de línguas da rede estadual de ensino. A construção desse material evidencia as contribuições dessa pesquisa para o fortalecimento das discussões sobre a relação entre culturas no processo de ensino-aprendizagem de línguas e para a compreensão da língua como prática social.

REFERÊNCIAS:
ALMEIDA FILHO, J. C. P. Linguística aplicada: ensino de línguas e comunicação. 3. ed.Campinas, SP: Pontes Editores: ArteLíngua, 2009.
BHABHA, H. K. O local da cultura. Trad. Myriam Ávila, Eliana Lourenço de Lima Reis e Gláucia Renate Gonçalves. Belo Horizonte: UFMC, 4ª reimpressão, 2007.
BAKHTIN, Mikhail. Estética da criação verbal. Prefácio à edição francesa Tzvetan Todorov; introdução e tradução do russo Paulo Bezerra. – 6ª Ed. São Paulo: Ed WMF Martins Fontes, 2011.
BYRAN, M. Developing Intercultural Communicative competence in foreign Language Teaching: Curriculum planning and policy. Graz, council of europe. 1989.
CORBETT, J. An intercultural approach to English Language Teaching. Clevedon: Multilingual Matters Lt, 2003.
KRAMSH, C. Language and Culture. Oxford: Oxford University Press, 1998.
MEC. Orientações curriculares para o ensino médio. Linguagens, códigos e suas tecnologias; volume 1 / Secretaria de Educação Básica. – Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2006. 239 p.

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Are there perfect teachers??? Leia esse texto sobre aluno perfeito de Ruben alves

O aluno perfeito, artigo de Rubem Alves
Ele se chamava Memorioso, pois seus pais julgavam que a memória perfeita é essencial para uma boa educação
Rubem Alves é educador, escritor e colunista da “Folha de SP”, onde publicou este texto:
Era uma vez um jovem casal que estava muito feliz. Ela estava grávida, e eles esperavam com grande ansiedade o filho que iria nascer.
Transcorridos os nove meses de gravidez, ele nasceu. Ela deu à luz um lindo computador! Que felicidade ter um computador como filho! Era o filho que desejavam ter! Por isso eles haviam rezado muito durante toda a gravidez, chegando mesmo a fazer promessas.
O batizado foi uma festança. Deram-lhe o nome de Memorioso, porque julgavam que uma memória perfeita é o essencial para uma boa educação. Educação é memorização. Crianças com memória perfeita vão bem na escola e não têm problemas para passar no vestibular.
E foi isso mesmo que aconteceu. Memorioso memorizava tudo que os professores ensinavam. Mas tudo mesmo. E não reclamava. Seus companheiros reclamavam, diziam que aquelas coisas que lhes eram ensinadas não faziam sentido. Suas inteligências recusavam-se a aprender. Tiravam notas ruins. Ficavam de recuperação.
Isso não acontecia com Memorioso. Ele memorizava com a mesma facilidade a maneira de extrair raiz quadrada, reações químicas, fórmulas de física, acidentes geográficos, populações de países longínquos, datas de eventos históricos, nomes de reis, imperadores, revolucionários, santos, escritores, descobridores, cientistas, palavras novas, regras de gramática, livros inteiros, línguas estrangeiras. Sabia de cor todas as informações sobre o mundo cultural.
A memória de Memorioso era igual à do personagem do Jorge Luis Borges de nome Funes. Só tirava dez, o que era motivo de grande orgulho para os seus pais.
E os outros casais, pais e mães dos colegas de Memorioso, morriam de inveja. Quando filhos chegavam em casa trazendo boletins com notas em vermelho eles gritavam: "por que você não é como o Memorioso?"
Memorioso foi o primeiro no vestibular. O cursinho que ele freqüentara publicou sua fotografia em outdoors. Apareceu na televisão como exemplo a ser seguido por todos os jovens.
Na universidade, foi a mesma coisa. Só tirava dez. Chegou, finalmente, o dia tão esperado: a formatura. Memorioso foi o grande herói, elogiado pelos professores. Ganhou medalhas e mesmo uma bolsa para doutoramento no MIT.
Depois da cerimônia acadêmica foi a festa. E estavam todos felizes no jantar quando uma moça se aproximou de Memorioso e se apresentou: "Sou repórter. Posso lhe fazer uma pergunta?" "Pode fazer", disse Memorioso confiante. Sua memória continha todas as respostas.
Aí ela falou: "De tudo o que você memorizou qual foi aquilo que você mais amou? Que mais prazer lhe deu?"
Memorioso ficou mudo. Os circuitos de sua memória funcionavam com a velocidade da luz procurando a resposta. Mas aquilo não lhe fora ensinado. Seu rosto ficou vermelho. Começou a suar. Sua temperatura subiu.
E, de repente, seus olhos ficaram muito abertos, parados, e se ouviu um chiado estranho dentro de sua cabeça, enquanto fumaça saia por suas orelhas. Memorioso primeiro travou. Deixou de responder a estímulos.
Depois apagou, entrou em coma. Levado às pressas para o hospital de computadores, verificaram que seu disco rígido estava irreparavelmente danificado.
Há perguntas para as quais a memória não tem respostas . É que tais respostas não se encontram na memória. Encontram-se no coração, onde mora a emoção...
(Folha de SP, 24/1)

segunda-feira, 30 de maio de 2016

LEITURA E COMPREENSÃO TEXTUAL

SABOTA, Barbra. Leitura e compreensão textual. IN: FIGUEIREDO, F.J.Q. (Org) Formação de professores de línguas estrangeiras: princípios e práticas. Goiânia: UFG, 2012.

Nesse texto, são apresentados os conceitos de leitura, colaboração e percurso didático pela autora que advoga pelo ensino de leitura em inglês a partir da função e do objetivo natural do texto.

Car@s Acadêmic@s,
Aguardo suas reflexões sobre esses conceitos supracitados e algumas implicações desse percurso didático para a aula de inglês como língua estrangeira.

A segunda versão da Base Nacional Comum Curricular (BNCC)

Lintrab: A segunda versão da Nacional Comum Curricular já e...: Clique na imagem acima para acessar a segunda versão, revisada, da Base Nacional Comum Curricular.

terça-feira, 17 de maio de 2016

Interculturalidade e o ensino de línguas

FREIRE, A.M.F. Interculturalidade e o ensino de línguas. In: CANDAU, V. M e MOREIRA, A. F. Currículos, disciplinas escolares e culturas. Petrópolis, RJ: Vozes, 2014

Sobre a interculturalidade no ensino de línguas, Freire (2014) nos alerta para as empirias desses momentos interculturais em sala de aula. Devemos considerar os conflitos/embates culturais, também, nas opções metodológicas e na visão do nosso objeto de estudo.
"Questões que definem interculturalidade como reconhecimento das diferenças e desigualdades, construção de relações novas entre indivíduos e grupos sociais, construção de identidades dinâmicas abertas e plurais, construção da autonomia, empoderamento de indivíduos e construção de autoestima não podem ser temas que simplesmente apareçam em textos, que sejam tópicos de debates ou assuntos para redação." (FREIRE, p.114, 2014)
 Essas reflexões nos suscita alguns questionamentos:
- Qual é o papel do professor de línguas?

- Como cultura e interculturalidade podem ser entendidas no ensino de LE, no contexto atual de migração cultural propiciado pela tecnologia?
Ao pensar minha aula de línguas devo questionar:
Onde e em que situação essa língua é falada? Que papéis ela desempenha neste contexto de ensino?
Como esse texto vai funcionar semântica e pragmaticamente na situação de comunicação?
Que referências  culturais são dadas ao contexto? Que representações de mundo são invocadas?

Car@s Acadêmic@s,
Aguardo as reflexões de vcs sobre o texto. Como se trata de um debate, não deixem de argumentar sobre as postagens dos colegas.

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

GÊNEROS ORAIS NA ESCOLA



Bueno ressalta a resistência de um grande número de professores em utilizar e aplicar os gêneros orais como parte de suas práticas pedagógicas. Além de destacar que a ausência de exposição dos aprendizes a situações reais ou representativas de uso da língua alvo pode resultar em baixa habilidade linguística oral. Essas elucidações despertam discussões sobre a contribuição dos gêneros orais para o ensino-aprendizagem de línguas. Registrem aqui as considerações de vocês.

BUENO, L. Gêneros orais na escola: necessidade e dificuldades de um trabalho efetivo p.9-18. In: Instrumento: R. Est. Pesq. Educ. Juiz de Fora, v. 11, n. 1, jan./jun. 2009.